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Olhos de ver

  • Postado por Maria Cândida
  • Categorias Notícias, Pegadas Literárias, com Maria Cândida
  • Data 25/06/2018
  • Comentários 2 comentários

“Janela, janelinha, porta, campainha”

Calcei sapatos de menina, cor de ventania, para girar na cantiga, com Dona Sancha.

Senhora Dona Sancha, me dê licença!

Tinha medo da Senhora, confesso… Mas a janela da minha criancice, num lampejo se abriu. E me trouxe essa parlenda usada para “escolhas” nas brincadeiras de rua. Pés encardidos de chão conheciam muito bem os caminhos literários desse jogo de toques.

Péimmmmm!!! As janelas viam e a porta falava: Senhora Dona Sancha! Ela, coberta de ouro e prata, entrava na roda com seu negro véu… Queríamos tanto vê-la! O medo tem lá suas seduções e os olhos só procuram o que dá prazer em ver.

“Felicidade, Senhora Dona Sancha, que rosto lindo, mais velado, busquei-te por toda parte, procurei pelo teu rosto. Devagarinho, com cuidado, atrás daquela bonança, do meu tempo encantado de criança”.

Num abrir e fechar de janelas, outro salto. A juventude desengonçada impôs panoramas nem sempre agradáveis. Depois, o corpo mudou. Os olhos mudaram de lugar. O tempo escancarou  janelas sem cortinas.

Agora, quero olhar para a janela das possibilidades, quero olhar de dentro para fora.

Em sua primeira exposição, o público virou-lhe as costas numa tentativa de não olhar para o que Picasso alcançou. Pena! Negar o que à primeira vista não é belo, induz a uma cegueira social, nociva.

Guernica – Pablo Picasso (1937) quadro de Picasso

Quero enxergar além dos horrores da guerra de Guernica. Então, abro os olhos para o punhal, para a mãe com um

Moça à janela – Salvador Dali (1925) quadro de Salvador Dali

filho morto ao colo. A Pietá de Michelangelo ou de Picasso ainda chora todos os dias nas ruas. A mulher grávida da

direita, com seios expostos, voltada para a luz, implora pela vida.

 

Mas, se reparo bem, em meio a cores turvas, com olhos de querer ver, pequenina, desvanecida, frágil, quase imperceptível – está lá, uma flor.

Minhas pegadas dão um salto. Esqueço a Carolina do Chico que deve ter se arrependido amargamente, por não querer ver que “lá fora, uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu”, mas ela… Nem viu.

Desisto de Carolina. Chamo Januária à janela, a do Chico, para escutar Cecília Meireles vagalumear com sabedoria: “(…) Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim”.

Péimmmmmmm!!! Ô, de dentro!  Ô, de fora! Tem gente aí?

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Maria Cândida

Contadora de Histórias e professora aposentada de Língua Portuguesa e Literatura. Quando criança via tudo de outro prisma, mas passou a atuar mesmo em teatro, na adolescência. Desde então, participa de peças, diversos projetos e festivais de teatro. Autora das peças infantis: Fada Clarafila, Fábrica de brinquedos, O rapto da princesa, A divina colmeia, Natal em alto astral, Coisas do céu e Na carroça da Carocha. Arrisca-se também a escrever poemas e haicais.
Idealizadora da personagem Nhá Chica, a protagonista de cinco textos
autorais, criados para encenação de pesquisa da cultura popular, na Semana Nenete, festa da cultura caipira, ocorrida anualmente na cidade de Pirassununga. É fundadora da Cia. Seres da Mala, apresentando-se como contadora de histórias e mediadora de leitura e de performances de poesia, em espaços diferenciados: escolas, creches, asilos, bibliotecas e praças públicas. É membro da Confraria do Conto de Santa Bárbara do Oeste e
pós-graduada em contação de histórias, pela UNIVIDA.

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